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Notícias

A série portuguesa Ema & Gui foi seleccionanda para participar no Festival Internacional de Annecy.

A produção da Sardinha em Lata, RTP, FICA, Big Picture, Storfisk e TV3 (espanha), será exibida amanhã, às 17.00, no S. Jorge, em Lisboa, no âmbito do festival Monstra. 

in DN

A minissérie Castigo Final foi nomeada para os Emmy, na categoria Internacional Digital, valendo a Portugal a primeira nomeação nestes prémios da indústria televisiva, informou hoje o diretor geral da produtora.

Com quatro capítulos, de 25 minutos cada, a minissérie foi difundida no Brasil através dos suportes televisão, Internet e telemóvel, tendo sido criados jogos interativos com o público. http://www.castigofinal.com.br/

Em declarações à agência Lusa, o diretor geral da beActive, Nuno Bernardo, referiu que a nomeação representa "o reconhecimento do trabalho" além fronteiras da produtora portuguesa, podendo permitir o seu crescimento "no competitivo mercado internacional, através da expansão e de uma entrada no mercado norte-americano".

in Lusa

Duas temporadas de sucesso em Portugal e agora o salto internacional. É este o trajecto da série "T2 para 3", da produtora beActive.

A primeira produção online portuguesa já foi nomeada para os prémios Rose DOr, tendo sido ainda destacada como Hot Property no MIPTV.

Depois de uma primeira exibição legendada em Itália, o formato da série "T2 para 3" acaba de estrear na Grécia. A versão grega do formato internacional "The Flatmates" (o nome internacional da série) estreou no site oficial, www.theflatmates.gr, com o apoio da MTV local.

A série centra-se nas vidas atribuladas de três jovens estudantes - um rapaz e duas raparigas - que partilham um apartamento no centro metropolitano de Atenas. Os episódios são transmitidos exclusivamente via Internet e estão disponíveis no site oficial e em portais e canais online associados, nomeadamente MTV.gr, MSN.gr e Zoo.gr.

Os espectadores podem interagir com o programa e comentar os episódios no site da série ou através do perfil oficial na rede social Facebook, que conta já com mais de 8.300 fãs.

in ionline

A primeira edição dos Prémios Autores, promovidos pela RTP e pela Sociedade Portuguesa de Autores, distinguiu na segunda-feira Morrer como Um Homem, de João Pedro Rodrigues (Melhor Filme), a Casa das Histórias (Melhor Exposição de Artes Visuais) e Que Cavalos São Aqueles Que Fazem Sombra no Mar, de António Lobo Antunes (Melhor Ficção Narrativa).

Ainda no cinema, Margarida Carvalho recebeu o prémio de Melhor Actriz, por Veneno Cura, e João Lagarto foi o Melhor Actor, em 4 Copas. Madalena Victorino foi distinguida pela Melhor Coreografia de Dança em Vale e o Melhor Espectáculo de Teatro foi A Orelha de Deus, encenado por Cristina
Carvalhal. Sílvia Filipe foi premiada como Melhor Actriz por Esta Noite
Improvisa-se, Huis Clos e O Peso das Razões. O congénere masculino é
Henrique Feist (Máquina de Somar).

O júri da categoria Literatura distinguiu A Luz Fraterna, de António Osório (Melhor Livro de Poesia), e O Tubarão na Banheira, de David Machado, foi o Melhor Livro Infanto-Juvenil. Na Música, Margarida, de Cristina Branco, foi eleita a Melhor Canção e Space Grace, de Dénnis González e João Paulo, Melhor Disco. O prémio para Melhor Trabalho de Música Erudita foi para Música Portuguesa para Um Quarteto (Quarteto Lopes-Graça).

Na TV, a RTP teve uma dupla vitória com a segunda temporada de A Guerra (Melhor Programa de Informação) e Conta-me como Foi (Melhor Programa de Ficção). O Melhor Programa de Entretenimento de 2009 é Gato
Fedorento Esmiúça os Sufrágios (SIC).

E o Melhor Programa de Rádio é Encontros com o Património (TSF). O
pintor Júlio Pomar recebeu o prémio Vida e Obra e a Câmara de Cascais
o de Melhor Programação Cultural Autárquica.

in Público

O Festival Internacional de Cinema de Roterdão realizar-se-á entre os dias 27 de Janeiro a 7 de Fevereiro.

A quarta longa-metragem de Eugène Green, que estreou a 11 de Novembro em França, onde já ultrapassou os 13.000 espectadores, tem obtido críticas elogiosas na imprensa internacional: é descrito como um filme poético e absorvente com uma linguagem muito própria.

"A Religiosa Portuguesa" conta com interpretações de Leonor Baldaque, Ana Moreira, Beatriz Batarda e Diogo Dória, e do francês Adrien Michaux e ainda as participações especiais dos fadistas Camané e Aldina Duarte.

"A Religiosa Portuguesa" dá-nos a conhecer Julie de Hauranne, uma jovem actriz francesa que fala a língua da sua mãe, o português, mas que nunca esteve em Lisboa, e que chega pela primeira vez a esta cidade, onde vai rodar um filme baseado nas Lettres portugaises de Guilleragues.

A restante programação do Festival de Roterdão será divulgada no próximo dia 21 de Janeiro.

Fonte: ICA

Site do Festival: www.filmfestivalrotterdam.com

Mais de 90 mil pessoas já viram o filme de Carlos Coelho da Silva

O filme Uma Aventura na Casa Assombrada, de Carlos Coelho da Silva, superou a marca dos 90 mil espectadores, o que o transforma no filme português mais visto de 2009.

Depois de Amália, o Filme, também realizado por Carlos Coelho da Silva, ter conseguido a marca de filme português mais visto de 2008, a Valentim de Carvalho Filmes repete a proeza, transformando a longa-metragem inspirada na obra homónima da colecção "Uma Aventura" no filme nacional mais visto do ano.

Para Manuel S. Fonseca, o produtor do filme, estes resultados transformam a Valentim de Carvalho Filmes num caso único da actividade cinematográfica em Portugal: "Em dois anos de actividade, a VC Filmes produziu os dois filmes mais vistos em Portugal desde a sua criação, superando os outros 37 filmes nacionais estreados nesse período. É um resultado que nos deixa muito felizes: afinal, com "Amália" e "Uma Aventura", a VC Filmes conseguiu mais espectadores do que todos os outros 37 filmes portugueses juntos. A VC Filmes representa assim 51% das receitas do cinema português nos últimos dois anos. Ainda por cima, com o documentário "Maddie, A verdade da Mentira" produzimos também o programa de televisão mais visto do ano, com excepção dos jogos de futebol."

Sobre Uma Aventura na Casa Assombrada

Baseada na obra homónima da colecção "Uma Aventura", de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Uma Aventura na Casa Assombrada é a terceira longa-metragem da Valentim de Carvalho Filmes, com realização de Carlos Coelho da Silva e produção de Manuel S. Fonseca. Protagonizada por um elenco juvenil constituído por Francisco Areosa, Sara Salgado, Mariana e Margarida Martinho, César Brito e Luis Lucas Lopes, Uma Aventura na Casa Assombrada conta ainda com a participação de nomes fortes da sétima arte nacional, como Ricardo Carriço, Ana Padrão, Maria Emília Correia, Sofia Grillo, Leonor Seixas e Sandra Barata Belo.

in MSN.pt

"Aldina Duarte - Princesa Prometida", um filme de Manuel Mozos, a partir de uma ideia original de Maria João Seixas, foi seleccionado para a competição na secção de Artes Performativas da próxima edição do FIPA, que decorrem Biarritz de 26 a 31 de Janeiro.

Este documentário tem assim a sua estreia internacional depois das apresentações no INDIELISBOA, na retrospectiva dedicada a Manuel Mozos na Malaposta e na 5ª edição do “[12] Imagens sobre Música – Mostra de Filmes Documentários”.

Site do FIPA: www.fipa.tm.fr

Fonte: ICA

A mais recente longa-metragem de Eugène Green, rodada em Portugal e produzida pela "O Som e a Fúria", ultrapassou os 10.400 espectadores em França, ao fim de 4 semanas de exibição

"A Religiosa Portuguesa" conta com interpretações de Leonor Baldaque, Ana Moreira, Beatriz Batarda, Diogo Dória e Adrien Michaux.

Leonor Baldaque é Julie de Hauranne, uma jovem actriz francesa que fala a língua da sua mãe, o português, mas que nunca esteve em Lisboa, e que chega pela primeira vez a esta cidade, onde vai rodar um filme baseado nas Lettres portugaises de Guilleragues.

Síte do filme: www.osomeafuria.com/films/3/10/

Fonte: ICA

O filme de Carlos Coelho da Silva, em exibição em 50 salas de cinema do país, foi visto por 40 mil pessoas, na semana de estreia.

A distribuidora Valentim de Carvalho Multimédia considera que este resultado está dentro das expectativas, perspectivando-se que se torne no filme português mais visto do ano.

A distribuidora está ainda a desenvolver algumas acções para motivar a adesão às salas de cinema. "No seguimento do que fizemos na fase de promoção, queremos levar este filme a todas as crianças. Por isso, vamos proporcionar a todas as escolas do país condições especiais para sessões matinais do filme Uma Aventura na Casa Assombrada, a partir de Janeiro", revela Pedro Tiago Almeida, responsável de marketing da Valentim de Carvalho Multimédia.

Uma Aventura na Casa Assombrada entra agora na segunda semana de exibição, mantendo a exibição alargada por 50 salas de cinema, de Norte a Sul do país e Ilhas.

in MSN.pt

Começa hoje, com um novo trailer nos cinemas, a contagem decrescente para a estreia do filme "Uma Aventura na Casa Assombrada".

Sexta-feira, dia 13. Não há melhor pretexto para se falar de azar ou de terror, ingredientes que não vão certamente faltar à aventura realizada por Carlos Coelho da Silva, no dia em que a Valentim de Carvalho Filmes lançou o novo trailer do filme.

A três semanas da estreia começa assim a fase de promoção da película que segundo a Valentim de Carvalho vai no sentido de “satisfazer a vontade do público em descobrir mais sobre o filme, mostrar mais cenas, mais efeitos especiais, basicamente mais aventura”.

“A expectativa é enorme e não podemos defraudar este público tão exigente. Por isso, desenvolvemos a acção de digressão por escolas do país, que está a ser um verdadeiro sucesso”, referiu a Valentim de Carvalho acerca da fase de promoção.

Por isso mesmo, foi lançado o segundo trailer do filme, que mostra um pouco mais, sendo que “o melhor está para vir, pois os efeitos especiais mais arrojados ainda estavam em desenvolvimento aquando da finalização deste trailer”, explicou Pedro Tiago Almeida, responsável de marketing da Valentim de Carvalho Multimédia.

“Nunca foi feito nada assim no nosso país”, garantiu o responsável de marketing.

O filme vem no seguimento da colecção Uma Aventura, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada e conta realização de Carlos Coelho da Silva e produção de Manuel S. Fonseca.

Protagonizada por um elenco juvenil constituído, entre outros por Francisco Areosa e Sara Salgado o filme, conta ainda com a participação de nomes fortes da sétima arte nacional, como Ricardo Carriço, Ana Padrão, Maria Emília Correia, Sofia Grillo, Leonor Seixas e Sandra Barata Belo.

O novo trailer, que já está disponível no You Tube, redes sociais e nos cinemas, levanta um pouco mais do véu sobre o que o público poderá ver nos cinemas a partir de dia 3 de Dezembro.

MSN.pt

O actor Rafael Morais, protagonista do filme “Como desenhar um círculo perfeito”, de Marco Martins, venceu o prémio Jovem Talento do Estoril Film Festival, foi hoje anunciado.

Era a segunda vez que o actor, de 20 anos, estava nomeado para este prémio, que visa distinguir e estimular o trabalho de um jovem actor ou actriz do cinema português.

Rafael Morais é o protagonista de “Como desenhar um círculo perfeito”, segundo filme de Marco Martins, que está ainda por estrear nas salas portuguesas.

O actor, nascido em Coimbra em 1989, estudou na Escola de Teatro de Cascais, com João Avillez, e está actualmente nos Estados Unidos, a estudar no Conservatório Stella Adler, em Los Angeles, Califórnia.

“Como desenhar um círculo perfeito”, no qual interpreta um jovem que tem um relacionamento incestuoso com a irmã gémea, é o primeiro filme de Rafael Morais como protagonista, embora tivesse já entrado em “Um amor de perdição”, de Mário Barroso, e na curta-metragem “Gone”, de David Brooks.

Rafael Morais está ainda indicado no elenco do próximo filme de João Canijo, “Sangue do meu sangue”.

O júri deste ano era composto por Mário Barroso, Catarina Wallenstein, Dimitry Bogomolov e Patrícia Vasconcelos.

Rafael Morais é um actor “muito carismático, com potencial e no qual o júri aposta como jovem talento”, afirmou à agência Lusa Patrícia Vasconcelos, directora de casting no cinema português.

No entanto, Patrícia Vasconcelos referiu que a escolha foi difícil, porque “todos os nomeados são óptimos actores e mereciam ganhar pelo trabalho que têm feito”.

Na edição deste ano do Prémio Jovem Talento L Oreal estavam ainda nomeados Joana de Verona, outra das protagonistas do filme de Marco Martins, Carlotto Cota, intérprete de “Arena”, de João Salaviza, e Cristóvão Campos, que pode ser visto, por exemplo, em “Os sorrisos do destino”, de Fernando Lopes.

A estes juntam-se ainda Maya Booth , que entrou em “A Corte do Norte”, de João Botelho, Rita Martins, do filme “4 Copas”, de Manuel Mozos, e Alexander David, que participou em “Morrer como um homem”, de João Pedro Rodrigues.

Este prémio, que distinguiu Sara Carinhas e Catarina Wallenstein nas edições anteriores, tem um valor monetário de 5.000 euros para investimento em formação profissional do vencedor.

i.pt

O filme "Duas mulheres", que antestreia hoje no Estoril Film Festival, é a primeira incursão de João Mário Grilo na ficção em 10 anos e integra um tríptico sobre a condição humana.

Com argumento de Rui Cardoso Martins e Tereza Coelho, o filme "procura tomar o pulso ao que são hoje as sociedades contemporâneas", disse João Mário Grilo à agência Lusa.

"Duas Mulheres", que só estreará nos cinemas em 2010, é o único filme português a integrar a competição oficial do terceiro Estoril Film Festival.

O realizador revelou que a longa-metragem integra um tríptico sobre a condição humana, sendo o primeiro "um filme sobre a predação, sobre a maneira como o poder gera uma disposição à predação dos outros, um certo canibalismo social que marca as sociedades contemporâneas e em particular a sociedade portuguesa".

"Duas Mulheres" conta a história de Joana (Beatriz Batarda), lisboeta, casada, que se apaixona por outra mulher (Débora Monteiro). "O filme gira um pouco a volta do modo essa relação olha para o mundo e como é olhada pelo mundo, particularmente pelo marido [Virgílio Castelo] de Joana", explicou João Mário Grilo. Para o cineasta, a história funciona como uma metáfora sobre os dias de hoje, já que na trama se comete um crime, "um sacrifício para que uma certa condição de vida possa ser mantida".

Este é o primeiro filme de ficção de João Mário Grilo em praticamente dez anos, desde "A Falha", já que o autor se tem dedicado sobretudo ao documentário, estando neste momento a preparar um sobre o arquitecto Raul Lino.

"Em Portugal não havia condições para fazer ficção e até tinha algumas reservas com este projecto. A ficção é cada vez mais cara e eu sou um cineasta que não consigo economizar, preciso de alguns meios, sobretudo tempo", advertiu.

O filme, rodado no início deste ano, resulta ainda de um novo processo de trabalho em relação ao argumento.

Pela primeira vez, João Mário Grilo entregou a ideia do filme ao argumentista e escritor Rui Cardoso Martins, tendo entrado posteriormente a editora Tereza Coelho, entretanto falecida. "Tinha uma vontade de me isolar da escrita do argumento, embora tivesse mantido um contacto
próximo, mas quis desligar-me do processo", referiu o realizador.

"Duas Mulheres" estreará no começo de 2010, ano em que João Mário Grilo espera avançar com o segundo filme deste tríptico.

"Serão filmes diferentes sobre a condição humana e um retrato em tríptico de qual é o estado disso hoje. O segundo filme terá que ver com o passado colonial português e com a maneira como esse passado é honrado e vivido hoje", revelou o cineasta.

"Duas Mulheres" contou com produção da Costa do Castelo Filmes e contou com o apoio financeiro do Instituto do Cinema e Audiovisual, do FICA e da RTP.

Do elenco fazem parte ainda Nicolau Breyner, Marcelo Urgeghe e Sofia Grillo.

A par da realização, João Mário Grilo lecciona Filmologia e dirige o Laboratório de Criação Cinematográfica na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

"Maria", o seu primeiro filme, data de 1978, tendo-se seguido produções como "O Processo do Rei" (1989), "O Fim do Mundo" (1993), "Os Olhos da Ásia" (1996), "Longe da Vista" (1998) e "A Falha" (2000).

A terceira edição do Estoril Film Festival arrancou no dia 5 de Novembro e prolonga-se até ao dia 14.

Destak/Lusa

O filme "Uma Aventura na Casa Assombrada", de Carlos Coelho da Silva, estreia em 50 salas em Portugal a 3 de Dezembro, lançando a 1ª longa-metragem infanto-juvenil de acção/terror do cinema português, disse o realizador hoje à agência Lusa.

A obra é uma história de suspense, acção e terror à volta de um diamante raro, o "Espírito do Mundo", tendo sido adaptado do livro com o mesmo nome, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, actual ministra da Educação.

"Este filme vai marcar uma diferença no panorama cinematográfico nacional já que é a primeira vez que se faz uma longa-metragem para um público infanto-juvenil de acção e terror. Nunca se tinha experimentado. E é a adaptação de um livro. Também constitui uma novidade", explicou à Lusa Carlos Coelho da Silva.

A longa-metragem mantém a intriga do livro original e aposta num "ritmo imparável", efeitos especiais e numa banda sonora "muito rica".

"É um filme de peripécias, com efeitos especiais, uma banda sonora muito rica. Quando se diz que o filme não parece português, [é] porque há certos filmes que têm narrativas mais lentas, porque há algum público que é preconceituoso quanto a isso. Este tem um ritmo mais acelerado, que quer manter o público o mais atento possível. Este filme tem um bocadinho de tudo", disse o realizador.

"Uma Aventura na Casa Assombrada" estreia a 03 de Dezembro em 50 salas por todo o país, espaço que o cinema português começa a ocupar nas salas nacionais.

"Um filme português a estrear em 50 salas já começa a ser comum. Há estreias que começam a dar mais confiança aos distribuidores. Temos muita confiança no produto. Houve escolas que viram um trailler de 20 minutos e houve uma adesão total. Nunca tinha visto tanta adesão. Os adeptos da série [de livros] identificam os heróis e vibram com todas as sensações de efeitos, de terror, dos fantasmas para os mais pequenos", descreveu Carlos Coelho da Silva.

Antes da estreia, o projecto vai correr o país, numa tournée pelas escolas portuguesas. O realizador junta-se a Ana Maria Magalhães, uma das autoras da colecção Uma Aventura, e ao elenco juvenil da longa-metragem, Francisco Areosa, Sara Salgado, César Brito, Luis Lucas Lopes, Mariana e Margarida Martinho, para apresentar a aventura às escolas do país, com sessões de apresentação do projecto e de autógrafos.

"É uma tournée de promoção do filme, pelas escolas, de explicação e apresentação. Mas também é interactiva para os alunos poderem praticar e perceber como é que funciona. Já mostrámos os efeitos especiais, por exemplo", disse o realizador.

A longa-metragem foi filmada em seis semanas e Carlos Coelho da Silva está a terminar o filme: "Agora é o som, que é complexo. Tem muitas sonorizações, muitas pistas e muita acção", avançou.

Destak/Lusa

O documentário "Pare, Escute, Olhe", de Jorge Pelicano, financiado pelo FICA, recebeu hoje um total de seis prémios, três no Festival Cine Eco (Seia) e três no docLisboa.

Entre os prémios destacam-se melhor montagem e melhor documentário de longa-metragem portuguesa, tendo recebido ainda o Prémio Internacional, o Prémio Lusofonia e o Prémio da Juventude no Festival Cine Eco.

O documentário "Pare, Escute, Olhe" centra-se na defesa da centenária Linha do Tua e faz um retrato da região esquecida de Trás-os-Montes.

Produção, que destaca o papel da equipa de futebol da Académica nas crises académicas de 1962 e 1969, “esclarece alguns episódios envoltos em neblina”.

O documentário do realizador Ricardo Martins "Futebol de Causas", sobre o papel da "Briosa" nas crises académicas dos anos sessenta, estreia dia 20 de Outubro no Cinema São Jorge, no âmbito do festival DocLisboa.

"É uma visão do papel da equipa de futebol da Académica nas crises académicas de 1962 e 1969, passando pelo episódio da extinção da secção de futebol da Associação Académica de Coimbra [AAC] em 1974", disse hoje Ricardo Martins à agência Lusa.

O documentário, escolhido pela organização do DocLisboa para a selecção oficial do festival, é apresentado, em estreia absoluta, pelas 21:30, na sala principal do Cinema São Jorge.

"Futebol de Causas" debruça-se ainda sobre a relação entre as crises académicas e a Guerra do Ultramar e o 25 de Abril, adiantou Ricardo Martins.

"Tenta fazer uma certa justiça histórica, acerca da influência das crises académicas", adiantou o realizador, de 27 anos.

Celso Cruzeiro, Alberto Martins, Laborinho Lúcio, os irmãos Mário e Vítor Campos, Manuel António e Mário Wilson são alguns dos antigos jogadores e dirigentes da AAC que, entre outras figuras, dão o seu testemunho ao longo do documentário.

Ricardo Martins destacou ainda a participação de Jorge Humberto, "que se tornou lendário por ter protagonizado, nos anos sessenta, uma transferência milionária para Itália e ter doado parte significativa da verba à Académica".

A obra, uma produção da Zed Filmes, percorre os momentos marcantes da história da "Briosa", em particular os anos 60, os melhores da vida da instituição (as finais de 1967 e 1969 da Taça de Portugal e o segundo lugar no campeonato na temporada de 66/67), concedendo grande destaque à crise académica de 1969.

"Ao longo da narrativa são abordados e definitivamente esclarecidos alguns episódios da vida da equipa que estavam envoltos nalguma neblina ou ficaram contados na história de forma pouco clara", referiu ainda à Lusa o realizador, que é conhecido no meio académico como "Libelinha".

Na VII edição do festival internacional de cinema documental, que decorre entre os dias 15 e 25, vai ser exibida, extra-concurso, a versão mais longa (70 minutos) de "Futebol de Causas", tendo a versão mais curta (50 minutos) sido já entregue à RTP.

A produção foi financiada pelo Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual e pela RTP.

Lusa

Sextas-Feiras depois do Telejornal

“Reis da Selva”, uma obra produzida pela Valentim de Carvalho FIlmes, com investimento do FICA, para a RTP, retrata uma jornada na vida dos cinco grandes mamíferos africanos, no seu habitat natural.

Poderíamos estar apenas face a novos documentários de “vida selvagem”. A surpresa é que, cada um deles vai ser apresentado por uma vedeta da RTP1.

Esse acompanhamento será feito e comentado no local, uma reserva africana, por uma grande figura da estação, numa interacção que valoriza a originalidade da abordagem ao mundo animal e o capital de entretenimento e valor pedagógico das figuras escolhidas.

18 de Setembro – sexta feira – depois do Telejornal na RTP1

Sónia Araújo apresenta o maior dos Reis da Selva, o Elefante, rei filósofo, poderoso e paciente. Neste episódio dos "Reis da Selva", desvendam-se lendas e mitos e dá-se conta dos êxitos no combate ao massacre de elefantes em África. Vemos as famílias na vida do dia-a-dia de um elefante e assistimos às brincadeiras dos mais novos. Sónia Araújo enternece-se com os bebés, apanha um susto e assiste a um banho colectivo numa lagoa da savana.

25 de Setembro – sexta feira – depois do Telejornal na RTP1

Bruno Nogueira foi à savana sul-africana para apresentar o Búfalo, um dos cinco "Reis da Selva", o mais numeroso. Assistiu ao quotidiano dos animais, entrevistou no local alguns búfalos e esteve presente num banho colectivo, um verdadeiro espectáculo de higiene. Além de nos dar todas as informações referentes aos hábitos, anatomia e traços de carácter do Búfalo, ainda desfaz neste episódio dos "Reis da Selva" a razão de ser do nome de Búfalo Bill.

2 de Outubro – sexta feira – depois do Telejornal na RTP1

Inês Castel-Branco mostra, neste episódio dos "Reis da Selva", o mais arcaico dos 5 grandes da savana - o Rinoceronte. Fala-nos das suas características, dos seus hábitos, do que ameaça estes gigantes de bom feitio e apresenta-nos um casal, cuja delicadeza e boas maneiras contraria o aspecto brutal deste Rei da Selva. No programa, podemos ver ainda o rinoceronte preto, à beira da extinção, e imagens raras de uma mãe-rinoceronte a amamentar o seu "pequeno" filhote. Inês recorda ainda o primeiro rinoceronte que os europeus viram em Lisboa e Dhrer retratou.

9 de Outubro – sexta feira – depois do Telejornal na RTP1

Jorge Gabriel apresenta-nos o Leão, aquele que é considerado o Rei dos Reis. Em plena savana, vê-lo-emos em momentos comuns do seu majestoso dia-a-dia, a comer, a dormir, a caçar e até a namorar. Ponto alto deste episódio, dos "Reis da Selva", são as imagens de uma briga entre jovens leões e uma matilha de hienas. Jorge Gabriel conta-nos também a história de uma leoa que adopta antílopes-bebés, em vez de os comer.

16 de Outubro – sexta feira – depois do Telejornal na RTP1

Sílvia Alberto percorreu a savana vários dias, em busca do mais tímido e fugidio dos cinco "Reis da Selva", o Leopardo. Neste episódio, apresenta-nos a vida solitária do grande felino, a caça, o repouso, as magníficas refeições no cimo das árvores, os passeios ao pôr-do-sol. Sílvia também nos mostra, neste programa, outro belo gato, a chita, arrepia-se com o consumo de peles e derrete-se com as imagens raras de uma mãe-leopardo e os seus filhotes, num momento de grande descontração.

"Morrer como um Homem" estreia nas salas Portuguesas a 15 de Outubro.

Pode não ter gerado grande entusiasmo no Festival de Cannes, onde passou na secção “Un Certain Regard”, mas “Morrer como um Homem”, de João Pedro Rodrigues, está a chamar a atenção da crítica americana. Exibido esta semana no Festival de Nova Iorque, ao lado da Palma de Ouro de Cannes, “The White Ribbon”, de Michael Haneke, do Leão de Ouro de Veneza, “Lebanon”, de Samuel Maoz, do mais recente Alain Resnais, “Les Herbes Folles”, ou das “Singularidades de uma Rapariga Loura”, de Oliveira, a terceira longa do autor de “O Fantasma”, história de um travesti dilacerado entre viver como uma mulher ou morrer como um homem, foi elogiada por dois dos mais respeitados e influentes críticos novaiorquinos.

J. Hoberman, da “Village Voice” e um dos programadores do festival,
escolheu “Morrer como um Homem” como um dos seus cinco “imperdíveis” do certame ainda sem distribuição americana, chamando-lhe “uma fábula profunda e fabulosamente triste, bem como um exemplo de cinema lírico, lúdico e imprevisível”. A temida Manohla Dargis, do “New York Times”, por seu lado, critica uma “primeira hora muitas vezes lúgubre” mas diz em seguida que o filme “recompensa a nossa paciência com beleza e mistério”: No exacto momento em que a história parece estar à beira de se afogar em torrentes de lágrimas, Rodrigues desmultiplica o tom e o cenário e transporta as personagens para um santuário onde outro travesti, inspirado por Judy Garland cerca de 1961, as conduz — e a nós — para lá do arco-íris. E depois tudo volta a mudar, desta vez para uma tragédia justamente merecida.”

Por cá, “Morrer como um Homem” chega às salas já a 15 de Outubro, depois de ter sido o filme de abertura da edição 2009 do Queer Lisboa.

Público

5 e 6 de Outubro (2ª e 3ªFeira), a RTP estreia a mini-série sobre a vida e carreira de Amália Rodrigues, uma co-produção VC Filmes - RTP com o financiamento do FICA.

A RTP assinala os 10 anos da morte da diva do Fado com uma programação especial dedicada a Amália, que inclui os dois episódios de 90 minutos.

A empresa portuguesa beActive estreia quinta-feira no Brasil "Castigo Final", uma "experiência diferente de entretenimento" que começa na internet e no telemóvel e passa depois, em forma de série, para a televisão.

"É uma série com uma pitadinha de filme de terror. Uma experiência diferente de entretenimento, a primeira experiência beActive a puxar para um público mais adulto (18-35 anos)", disse à Lusa o presidente executivo (CEO) da empresa.

Nuno Bernardo revelou que a acção decorre numa prisão de alta segurança controlada informaticamente.

"O sistema tem um problema e as reclusas ficam isoladas do mundo, numa prisão fantasma. A cada noite que passa uma aparece morta, da mesma forma que cometeram os crimes que as levaram à prisão", explicou.

O jogo começa dia 01 de Outubro e termina a 02 de Dezembro, o objectivo é "descobrir o código de uma porta que permite a saída da prisão, antes que as reclusas morram todas".

A partir de quinta-feira, serão disponibilizados no site de "Castigo Final" uma série de conteúdos "para que o público conheça as personagens e possa jogar melhor".

"Serão publicadas no site notícias fictícias, onde a partir de dia 08 será possível ver imagens de câmaras de vigilância colocadas na prisão", contou o CEO da Be Active.

"É um jogo que trata um evento como se fosse real", referiu.

"Castigo Final" resulta de uma parceria entre a beActive e a Oi (empresa brasileira de telecomunicações) e contempla "não apenas a grelha do Canal Oi, mas também a rádio Oi FM, o Mundo Oi (portal de internet) e o Oi móvel".

A estreia em televisão está prevista para final de Novembro. "Castigo Final" será exibido em quatro capítulos.

A série é exibida numa versão longa de 90 minutos esta quinta-feira em antestreia no Festival de Cinema do Rio de Janeiro.

Entre 05 e 09 de Outubro, a empresa portuguesa faz a apresentação mundial de "Castigo Final" em Cannes, França, durante o MIPCOM.

O lançamento da série está marcado para o Brasil, mas o objectivo da beActive é exportar, "pelo menos para Inglaterra, América Latina e Ásia".

Briefing.pt

O realizador Carlos Coelho da Silva está no Rio até 30 de Setembro para participar do Festival com "Amália" (2009), filme que conta a história de vida da fadista Amália Rodrigues.

Em 2005, o cineasta dirigiu "O Crime do Padre Amaro", uma adaptação feita da obra homónima de Eça de Queirós.

A actriz que interpreta Amália Rodrigues, Sandra Barata Belo, também está no Rio, com Ricardo Pereira, que desempenha o papel do grande amor da fadista.

Outro realizador representante do cinema português no festival, Marco Martins, estará no Rio até 2 de Outubro, tal como a produtora Pandora Cunha Telles, com o filme "Como Desenhar um Círculo Perfeito" (2009), que ainda não estreou em Portugal.

Outras duas produções portuguesas serão exibidas no Festival: "Singularidades de uma rapariga loura", de Manoel de Oliveira (2009), uma co-produção com França e Espanha, e "Morrer como um homem", de João Pedro Rodrigues, que está na mostra Mundo Gay.

Durante 15 dias, serão apresentados mais de 300 filmes de 60 países. As produções estão divididas em 20 mostras, que vão desde os premiados e inéditos de directores consagrados a documentários e produções latino-americanas.

Este ano, o Festival do Rio homenageia o Ano da França comemorado no Brasil e coloca em foco o cinema francês com 75 produções e co-produções gaulesas.

A actriz Jeanne Moreau, diva do cinema francês, é uma das convidadas de destaque no festival. Moreau já trabalhou com Louis Malle, Antonioni, Truffaut, Buñuel e Orson Welles e é hoje uma das principais representações da Nouvelle Vague. O festival vai exibir "Jeanne M. - Conversations" (2008), "Jeanne M. - Um Retrato Íntimo" (2008) e "Mais Tarde, Você Vai Entender" (2008).

Outra convidada é a directora francesa Agnès Varda, vencedora de prémios como o Leão de Ouro no Festival de Veneza em 1985, pelo seu filme "Sem Teto Nem Lei", e o prémio especial do júri no Festival de Berlim em 1965, por "As Duas Faces da Felicidade".

Varda estará no Festival do Rio pela primeira vez apresentar o seu novo trabalho, o documentário auto-biográfico "As praias de Agnès" (2008).

Além do festival de cinema, até 8 de Outubro decorre o RioMarket 2009, a área de negócios do Festival do Rio, voltada para profissionais do audiovisual.

Serão apresentados workshops com profissionais da indústria cinematográfica como Christopher Newman, vencedor de três Oscars e editor de som de filmes como "O Poderoso Chefão", "O Exorcista" e "O Paciente Inglês"; Marc Norman, roteirista de "Shakespeare Apaixonado"; Carlos Saldanha, director de "A Era do Gelo 2 e 3", com a produtora Lori Forte, e Vanessa Morrison, Presidente da Fox Animation.

Jornal Hardmúsica.pt

O filme de Eugène Green (A Religiosa Portuguesa) foi seleccionado para integrar o London Film Festival e a Mostra de São Paulo (neste último também passa A Zona, de Sandro Aguilar). A obra já tinha sido elogiada em Locarno e no Films du Monde (Montreál).

No centro da história temos uma jovem francesa que fala português (a mãe ensinou-lhe) e que se deixa fascinar, ao ponto da obsessão, por uma freira. O filme inspira-se no clássico Cartas Portuguesas e é protagonizado por Leonor Baldaque, Ana Moreira e Beatriz Batarda, com participação especial dos fadistas Camané e Aldina Duarte.

Revista Focus

"Morrer como Um Homem" tem esta sexta-feira honras de abertura de mais uma edição, a 13.ª, do Queer Lisboa, Festival de Cinema Gay e Lésbico. O filme faz o retrato realista, sensível e até provocador de um travesti que se debate com um dilema interior: submeter-se a uma cirurgia e transformar-se, definitivamente, na mulher que veste todas as noites e quer ser todos os dias ou permanecer o homem que nasceu e morrer assim, segundo os desígnios de Deus?

Num filme onde a religião defronta sem pudores a homossexualidade e o transformismo, João Pedro Rodrigues segue o trajecto de Tonia, livremente inspirada na falecida Ruth Bryden e interpretada pelo actor estreante Fernando Santos, transformista de profissão, que comove no realismo e crueza da sua personagem. Apesar da trama ser dura e profunda, destaque para os momentos de humor bem conseguidos na personagem hilariante de Maria Bakker (Gonçalo Ferreira de Almeida) e para o colorido dos palcos dos playbacks cheios de lantejoulas e plumas .

Antes de chegar ao circuito comercial, a 15 de Outubro, "Morrer como Um Homem" marca assim o arranque oficial do festival, amanhã, às 22 horas no Cinema São Jorge, em Lisboa, onde desfilarão mais 95 filmes que mostram o universo gay e lésbico sem tabus. Até ao próximo dia 26.

Correio da Manhã.pt

A RTP1 estreia hoje à noite um novo programa, intitulado "Reis da Selva", que retrata a jornada dos cinco grandes mamíferos africanos no seu habitat natural, sendo cada episódio apresentado por uma vedeta da televisão.

O programa foi filmado numa reserva africana e cada episódio mostra o dia-a-dia de um desses cinco animais, acompanhando momentos cruciais do quotidiano, como os rituais de acasalamento, as estratégias de sobrevivência, as tácticas de caça, as formas de descontracção, a alimentação, a preguiça, a morte, a festa.

O primeiro episódio versa sobre o elefante e é apresentado por Sónia Araújo.

O segundo programa é dedicado ao búfalo e fica a cargo de Bruno Nogueira, ao passo que Inês Castel-Branco apresenta o episódio dedicado ao rinoceronte.

Os dois últimos programas abordam a vida de dois grandes felinos: o leão, com apresentação de Jorge Gabriel, e o leopardo, com Sílvia Alberto.

O programa "Reis da Selva" é uma produção Valentim de Carvalho Filmes para a RTP.

Briefing.pt

The Line, uma co-produção da portuguesa BeActive, está nomeada em cinco categorias para os prémios de televisão canadianos Gemini.

A série que estreou em Março e tem como protagonista a actriz Linda Hamilton (Exterminador Implacável) está nomeada na categoria de Melhor Actor (Daniel Kash, Ron White), Melhor Actor Secundário (Wes Williams), Melhor Actriz Secundária (Tasha Lawrence) e Melhor Casting (Marsha Cheskey).

Os vencedores serão conhecidos a 14 de Novembro.

The Line foi co-financiada pelo FICA (Fundo de Investimento de Cinema e Audiovisual) através do apoio indirecto concedido à BeActive em 2008. A produtora está a preparar uma nova série para este mercado, também em co-produção, a comédia Living in Your Car, cujas filmagens arrancam em Setembro.

in Meios & Publicidade.pt

A 62ª edição do Festival de Cinema de Locarno arrancou na quarta-feira, na Suíça, e apresenta um filme de produção portuguesa, «A Religiosa Portuguesa», que será exibido esta segunda-feira.

O filme, realizado por Eugéne Green e produzido pela O Som e a Fúria, foi seleccionado para a competição pelo Leopardo de Ouro, o prémio máximo do evento. Trata-se do primeiro projecto em língua portuguesa do realizador francês de origem norte-americana e junta no ecrã os actores portugueses Carloto Cotta, Diogo Dória, Leonor Baldaque, Ana Moreira, Beatriz Batarda, e o francês Adrien Michaux. Na longa-metragem, participam ainda os fadistas Camané e Aldina Duarte, convidados a exprimir a alma sonora da cidade de Lisboa, uma das principais «personagens».

Em «A Religiosa Portuguesa», uma jovem actriz francesa, que fala português mas que nunca esteve em Lisboa, chega pela primeira vez à cidade, onde vai rodar um filme baseado nas «Lettres Portugaises» do escritor francês Gabriel de Guilleragues (1628-1685). O escritor é apontado como o provável autor das «Cartas Portuguesas» atribuídas originalmente à freira Mariana Alcoforado, que nelas relata a paixão por Noel Bouton de Chamilly, oficial que lutou em Portugal na Guerra da Restauração.

No filme, a actriz deixa-se fascinar por uma freira que vai rezar, todas as noites, para a capela da Nossa Senhora do Monte, na colina da Graça. Numa noite em que, finalmente, fala com a freira, consegue entrever o
sentido da vida e do seu destino.

Para Locarno foi ainda seleccionada a curta-metragem «À Côté», de Basil da Cunha, realizador português residente na Suíça. A curta-metragem de ficção conta a história de um amor impossível e foi realizada no âmbito da Alta Escola de Artes e de Design de Genebra, que Basil da Cunha, de 24 anos e filho de mãe suíça e pai português, frequenta desde 2008.

A 62ª edição do Festival Internacional de Cinema de Locarno decorrerá até ao próximo dia 15 e prestará homenagem ao realizador polaco Andrzej Wajda e ao actor e encenador italiano Pipo Delbono. Haverá ainda uma retrospectiva de cinema mangá (do Japão), na qual será exibido em estreia o filme de animação «Mai Mai Miracle», de Kunihiko Yuyama, da saga Pokémon.

in diariodigital.pt

[2-6 de Setembro de 2009]

O MOTELx está de volta ao cinema São Jorge para a sua 3ª edição. Os bilhetes estão à venda a partir de 24 de Agosto, na bilheteira do Cinema São Jorge.

As Co-Produções materializadas através da entrada de fundos e/ ou da prestação de serviços devem ser facturadas e relevadas contabilisticamente, sob pena de serem fiscalmente questionáveis em sede de IRC e IVA.

Conforme exposto, só serão aceites candidaturas de obras que tenham Co-Produções se os respectivos valores aportados para a produção das mesmas estiver devidamente facturado.

Para que o Formulário possa ser preenchido correctamente, antes de ser realizado o download, deverá verificar-se:

Na barra de ferramentas do Excel>
Tools> Options> Security> Macro Security> Security Level: Low

«O Festival de Cannes é o mais importante e aquele em que todos querem estar.» Quem o diz é o realizador português João Pedro Rodrigues, seleccionado para a prestigiante secção de novos talentos do certame, Un Certain Regard, onde concorrem mais 19 produções de todo o Mundo.

"Morrer como um Homem" é a terceira longa-metragem do lisboeta de 43 anos que, já em 2005, participara na Quinzena dos Realizadores de Cannes com "Odete".

No filme, o meio dos travestis e transexuais serve de pano de fundo a "uma guerra de sentimentos", segundo João Pedro Rodrigues. Com um elenco de "principiantes e não-actores", a trama é protagonizada por Fernando Santos, travesti do bar Finalmente, em Lisboa, que vestirá a pele de uma drag queen "em fim de carreira", como explica o realizador, admitindo que este é um meio ao qual se sente "emocionalmente ligado".

Destaque ainda para a participação de Cindy Scrash e Jenny Larue, transexuais que o cineasta conhece da noite lisboeta desde os anos 80 e que pretende homenagear. Mas deixa o alerta: "Este filme vai contra o espectáculo. É a antítese de ‘Priscilla, Rainha do Deserto’."

Em Cannes estarão ainda Pedro Costa, na Quinzena dos Realizadores com "Ne Change Rien"; Hugo Vieira da Silva, no Atelier Cinéfondation; e Leonor Silveira, actriz e subdirectora do Instituto do Cinema e Audiovisual, como jurada da secção Cinefondation e das curtas-metragens.

Na corrida à Palma de Ouro estão, entre outros, Quentin Tarantino, Ken Loach, Pedro Almodóvar, Jane Campion e Lars von Trier.

O festival decorre de 13 a 24 de Maio.

Público

«Salazar, a vida privada», versão cinematográfica de uma série televisiva que ficcionou a vida do político, realizada por Jorge Queiroga, chega no dia 30 às salas de cinema, informou hoje a produtora Valentim de Carvalho Filmes.

Depois de se ter estreado em Fevereiro na SIC como uma mini-série de dois episódios, intitulada «A vida privada de Salazar», a produção da VC Filmes estará agora nos cinemas com uma nova montagem que se centra na fase
final da vida de Salazar.

O filme vai estrear-se dois dias depois de se cumprirem 120 anos do nascimento de António de Oliveira Salazar, estadista, político, Presidente do Conselho de Ministros entre 1932 e 1968, no período do Estado Novo.

"Ao contrário da mini-série, em que Salazar é observado pelas mulheres que seduziu, ou que o seduziram (em particular a jornalista francesa Christine Garnier), o filme cristaliza a narrativa secreta do próprio Salazar sobre uma
vida atrás do veludo do poder», refere a produtora em nota de imprensa.

O filme, tal como a série, é protagonizado por Diogo Morgado, à frente de um elenco que integra ainda Soraia Chaves, Margarida Carpinteiro, João Lagarto, Virgílio Castelo, José Pinto, Catarina Wallenstein, Ana Padrão, Helena Noguerra e Sandra Barata Belo.

Longe da imagem de homem austero, autoritário e só, a série televisiva centrava-se na vida afectiva de Salazar, das paixões que alegadamente nutriu por outras mulheres.

Pedro Marta Santos assina o argumento e Manuel Fonseca a produção, que contou com o apoio financeiro do FICA - Fundo de Investimento do Cinema e Audiovisual.

Diário Digital.pt

«Um quinto da população não perdeu pitada!

Durante quase uma hora, os portugueses não pestanejaram para poder assistir à reconstituição do caso Madelein McCann [...].

[...] um quinto da populãção esteve sintonizada e mais de metade das pessoas que estavam a ver televisão àquela hora assistiram ao docúmentário, que fez mais do que o encontro Manchester United-Fc Porto[...].

Revista Focus

(Fonte: Marktest)

«T2 para 3 obtém contratos para 10 países em menos de um ano.

A série portuguesa T2 para 3 conseguiu em menos de um ano contratos de distribuição em dez países, alcançando um sucesso internacional único no panorama português, segundo referiu a criadora de conteúdos BeActive, responsável pelo programa, à agência Lusa.

T2 para 3 é uma série portuguesa produzida pela beActive em 2008, que retrata a vida de três estudantes universitários que dividem um apartamento, depois de deixarem a casa dos pais para vir para Lisboa estudar.

Exibida em três plataformas, tanto na televisão (RTP), como na Internet e telemóvel, a série ganhou no ano passado uma menção honrosa nos prémios C21Media e está nomeada este ano para os prémios Rose D`or, para os melhores programas de televisão a nível europeu, na categoria multiplataforma, disse à Lusa Nuno Bernardo, director-geral da beActive.

O formato do programa foi vendido no ano passado ao Reino Unido, à Irlanda, ao Brasil e à Grécia, para ser produzido nesses países.

Da Nova Zelândia a Sudeste Asiático.

Este ano, na última feira internacional de televisão (MIPTV), que decorreu até 3 de Abril em Cannes, foram assinados contratos que levar o a série até França, Espanha, Nova Zelândia, Sudeste Asiático e Estados Unidos. Os contratos com estes países prevêem a venda do formato do programa, que posteriormente será produzido nos países de destino com actores locais.
A excepção foi Itália, o único país que também comprou o programa, mas na sua versão acabada. A primeira temporada foi transmitida na versão portuguesa, legendada em italiano.

A beActive destaca que a presença da série em 10 territórios internacionais no espaço de menos de 12 meses, ultrapassa o sucesso do Diário de Sofia, o programa de televisão made in Portugal mais comercializado até à data.

"Os resultados internacionais são uma surpresa, se pensarmos que estamos a conseguir em apenas um ano o que nos demorou cinco anos a conseguir com o Diário de Sofia", afirmou Nuno Bernardo.

A produção do T2 para 3 contou com o apoio financeiro do Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual (FICA).»

Agência Financeira.com

«Com quase dois anos de actividade, o Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual (FICA), formado por capitais públicos e privados, está a possibilitar mais e melhores filmes, séries televisivas e documentários.

Gerido pelo grupo Espírito Santo, o FICA movimenta 83 milhões de euros até Julho de 2012 e tem como participantes o IAPMEI (40%), a ZON (30%), a SIC e a TVI, ambas com 12% do capital e, finalmente, a RTP, com 6%.

O jornalista Manuel Gil Fernandes foi perceber como funciona o primeiro Fundo para o Cinema lançado em Portugal e encontrou como interlocutora e gestora uma licenciada em Direito que quer tornar mais rentáveis produtos como "Assalto ao Santa Maria", a estrear brevemente nas salas ou a série "Equador" que bate o recorde de investimentos com 2,5 milhões de euros.

Teresa Félix, 42 anos, é a principal cara do Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual, estimulado e lançado pela então ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, em Julho de 2007.

Hoje, dialoga com as televisões, com a ZON e o IAPMEI sobre projectos que se pretendem mais ambiciosos entre o pequeno e o grande “écran”, sócios a quem apresenta as propostas recebidas no escritório junto ao Largo do Rato, para que a maioria dê ou não "luz verde".

Como filosofia, Teresa Félix separa os investimentos: directamente em obras ou participando em capital de risco nas empresas, sendo que o “reembolso acontece à medida que vai havendo receitas”.

Das várias propostas avalizadas em 2008 pelo FICA, destaque, pelo seu montante, quase dois milhões e meio de euros, para "Equador", a série que a TVI está a transmitir, baseada no romance de Miguel Sousa Tavares.

O filme de Francisco Manso, "Assalto ao Santa Maria", em fase final de montagem, recebeu do Fundo 200 mil euros. Teresa Félix admite que o tema, baseado num episódio histórico da
luta contra o antigo regime, protagonizado pelo capitão Henrique Galvão, mereceu o apoio dos participantes no Fundo.

Teresa Félix não tem dúvidas : com o recurso ao Instituto do Cinema e agora a este Fundo, é possível melhorar a qualidade dos nossos filmes, tornando-os mais ambiciosos.

Quase dois anos passados, já há sinais positivos do Fundo por si gerido, pelo menos no que diz respeito ao número de espectadores que assistem aos filmes apoiados pelo FICA.

Sobre novidades a curto e médio prazo, Teresa Félix fecha-se em copas, lembrando que às ideias iniciais terá que se suceder o debate com os outros parceiros.

Mesmo assim, diz à Renascença que irá submeter à vontade global o seu parecer positivo para os próximos filmes de António Pedro Vasconcelos e Joaquim Leitão, ambos produzidos por Tino Navarro.»

RV/Manuel Gil Fernandes

in http://www.rr.pt/InformacaoDetalhe.aspx?AreaId=11&SubAreaId=56&ContentId=280950

«Após ter ganho, em 2008, uma menção honrosa nos C21 Media Awards como melhor programa Multiplataforma, eis que a série online T2 para 3 volta a ser reconhecida internacionalmente com a nomeação, na mesma categoria, para a 49ª edição dos prestigiados prémios televisão “Rose D Or”.

Este é o primeiro ano que o Festival Rose D Or, a decorrer em Lucerna, Suíça, de 2 a 5 de Maio, inclui na sua lista de distinções, a categoria Multiplataforma. Esta competição é uma das mais importantes na atribuição de prémios televisivos a nível Europeu. A selecção dos melhores candidatos estabelece como critérios a originalidade, criatividade e qualidade das produções.

5 milhões de espectadores em 130 episódios online traduzem o sucesso nacional e, agora, internacional, sustentado pela crescente adopção do seu formato da série por outros países europeus, tais como, Grécia, Itália, Reino Unido e Irlanda. Os Estados Unidos, o Brasil e o Sudoeste asiático são outras das regiões para onde a empresa está a licenciar os direitos de produção desta série criada em Portugal.

O T2 para 3 é exibido diariamente no portal SAPO ( http://t2para3.sapo.pt/ ), no MEO, na TMN e também ao Domingo na RTP e na RTP Mobile.

Para Nuno Bernardo, Director-geral da beActive e criador do T2 para 3, “Esta
nomeação é mais uma prova de que o trabalho da beActive é reconhecido a nível Internacional pela sua criatividade e inova ção. A introdução da categoria “Multiplataforma” pelos prestigiados prémios “Rose D Or” vem comprovar que a indústria da Televisão está em perfeita revolução. É já impossível ignorar o impacto da Internet Banda Larga, dos telemóveis multimédia, e dos serviços de Vídeo digital nos hábitos de consumo de programas de TV, pelo que a constante nomeação da beActive para prémios a nível Internacional nas categorias de Multiplataforma, Internet TV e Mobile Entertainment, vem comprovar que a beActive se encontra na linha da frente desta “revolução”.

A beActive, produtora do T2 para 3, Diário de Sofia e Beat Generation, possui acordos de distribuição dos seus produtos com empresas espalhadas pelos 4 cantos do Globo – da Europa à Àsia, passando pela América Latina e Estados Unidos.

A beActive é uma empresa 100% nacional, pioneira na criação de conteúdos multiplataforma para uma nova geração de audiências. O projecto mais internacional da empresa – Diário de Sofia – está a ser transmitido em Portugal desde 2003 e já chegou a adolescentes de todo o mundo. Desde 2006 que a empresa tem acordo de distribuição e co-produção com a Sony Pictures Television nos E.U.A. Recentemente produziu a versão inglesa do Diário de Sofia, nomeada para os Broadcast Digital Channel Awards 2008 no Reino Unido, a série Interactiva “Doyoubelieveme.com ” para o mercado norte-americano e está em plena pós-produção da segunda temporada da série de TV “The Line ”, que conta com a presença da actriz americana, Linda Hamilton.»

in e-cultura.pt

A série da BeActive II, financiada pelo FICA, arrancou ontem dia 16 de Fevereiro no SAPO. http://t2para3.sapo.pt/

Horário RTP: Domingos 12h

«A porta do "T2 para 3 Remodelado" está aberta...

A segunda temporada revela novas personagens e histórias fascinantes, amores e desamores, a juventude no seu melhor. A nova série, para além do portal SAPO, é também ser transmitida na RTP.
Além de um novo apartamento, a segunda temporada de "T2 para 3 Remodelado" conta com novos protagonistas. Leo, Clara e Diana, respectivamente André Gonçalves, Ana Varela e Andreia Santos, são os novos residentes do T2 mais famoso do Bairro Alto, em Lisboa.

A nova série, para além da revelação de novos actores, conta com a participação de algumas figuras bem conhecidas da televisão e da representação. Entre eles Joaquim Nicolau, Cristina Cavalinhos, Cleia Almeida, Luísa Castel-Branco, Carla Matadinho e Alexandre da Silva.
“T2 para 3 Remodelado” promete surpreender com as aventuras e desventuras de três jovens, cujas vidas são tudo menos monótonas. O ponto de partida é o mesmo: três jovens estudantes, um rapaz e duas raparigas, partilham um apartamento. Diana terá de enfrentar vários desafios para conseguir o seu desejado estágio como advogada. Gonçalo, o ex-namorado, vai continuar a ser uma presença constante na vida de Clara. E isto vai também tornar-se num problema para Leo, que se vai apaixonar...

A produção musical da série é da responsabilidade de Nuno Carvalho.»

in http://programas.rtp.pt/EPG/EPGprogImprim.php?p_id=24423

«A Vida Privada de Salazar, mini-série que a SIC exibiu em dois episódios, liderou a tabela de audiências do canal nesses dois dias, de acordo com uma análise da MediaMonitor.

Diogo Morgado vestiu a pele de Salazar na mini-série A vida Privada de Salazar, que a SIC transmitiu nos dias 8 e 9 de Fevereiro. Esta mini-série mostra o lado secreto do chefe do governo e as suas relações turbulentas e conturbadas com o sexo feminino ao longo de 40 anos, entre a década de 20 e os anos 50.

O primeiro episódio desta mini-série de duas exibições foi o melhor programa da SIC no dia em que foi transmitido, tendo alcançado 12.6% de audiência média e 32% de share. Foi visto por um total de 3.269.400 espectadores que viram em média cerca de 32 minutos do evento, o que corresponde a mais de 36% da duração total do episódio.

O segundo episódio desta mini-série, transmitido no dia seguinte, 9 de Fevereiro, segunda-feira, registou 10.4% de audiência média e 26% de share. Foi visto por um total de 2.632.700 espectadores que consumiram mais de 34 minutos, ou seja, 37.5% da sua duração total. Estes valores também lhe garantiram o primeiro lugar na tabela de audiências do canal nesse dia.

Observando a percentagem de audiência que esteve presente no primeiro episódio, é possível constatar que, entre os espectadores que viram este primeiro episódio, cerca de 47.5% viu também o segundo. Já entre os espectadores que viram o episódio de segunda-feira, mais de 59% tinham visto também o episódio anterior.

No perfil de audiência, A Vida Privada de Salazar registou a melhor adesão no Interior do país. Por classe social, destacou-se a Classe C2 com consumo audiência acima dos 33%. Por Género, a preferência pelo programa pertenceu à população feminina. Por faixa etária, o melhor perfil de audiência verificou-se junto dos indivíduos com mais de 64 anos e entre os 45 e os 54 anos.»

Análise realizada pela MediaMonitor com base em dados retirados do MMW/Telereport

«Uma das facetas menos conhecidas do homem que governou Portugal mais de 40 anos vai ser revelada na SIC, através de uma minissérie de 180 minutos (dois episódios de 90 minutos), domingo e segunda-feira, em horário nobre. Várias mulheres caracterizam o ditador, a identidade feminina e o País

Minissérie estreia-se domingo e o filme a partir de Abril

"O Salazar que os portugueses conhecem lutou sempre contra a emancipação da mulher, mas elas nunca pararam de se juntar à sua volta", diz Christine Garnier, a jornalista francesa que escreveu o livro Férias com Salazar e que, através da interpretação da actriz luso-belga Helena Noguerra, ajuda a revelar A Vida Privada de Salazar.

Além desta paixão, no Verão de 1951, a minissérie de dois episódios que a SIC se prepara para exibir domingo e segunda-feira(dias 8 e 9), em horário nobre, revela várias outras paixões do homem que liderou Portugal durante cerca de 40 anos.

Projectada e produzida pela VC Filmes, esta minissérie de 180 minutos revela as diferentes tramas amorosas protagonizadas por Felismina, a amiga das irmãs de Salazar e o seu primeiro grande amor. Segue-se Julinha, a filha dos padrinhos de Salazar que não assume o seu amor contra a vontade dos pais.

Mas enquanto o relato dos seus amores prossegue na trama vão aparecendo outros protagonistas importantes, na maioria seus amigos: o cardeal Cerejeira (Filipe Vargas), o engenheiro Duarte Pacheco (António Melo) ou Mário de Figueiredo (João Lagarto).

É justamente através de Duarte Pacheco que Salazar conhece Maria Emília e se encanta por ela. Mas é com Carolina que estaria disposto de abdicar de tudo, não fosse a intriga que deu conta de um alegado aproveitamento político de Salazar neste relacionamento. Determinado, o ditador termina tudo. Só, mas sempre com dona Maria, vai envelhecendo.

Depois de ditar uma série de decisões sobre várias pessoas do Estado, Salazar desabafa ao amigo Mário Figueiredo: "Prefiro que me temam do que me amem, governa-se melhor no temor", uma frase que caracteriza bem o seu regime, sempre presente numa série onde várias mulheres traçam também um retrato da identidade feminina desde os anos 20 à década de 50 do século passado.

Realizada por Jorge Queiroga e produzido por Manuel S. Fonseca, a série que terá filme em Abril, tem argumento de Pedro Marta Santos/ António Costa Santos.

Sobre A Vida Privada de Salazar, Nuno Santos, director de Programas da SIC, defendeu a sua convicção de poder liderar nesses dias, crença também de Manuel S. Fonseca.»

in http://dn.sapo.pt/2009/02/03/media/a_vida_privada_salazar_horario_nobre.html

«A apresentação de "Second Life". A ideia de Second Life "nasceu há um ano mas levou 40" a construir, disse o produtor Alexandre Valente na conferência de imprensa de apresentação do filme. A produção custou cerca de 1 milhão e 550 mil euros e tem estreia marcada para 29 de Janeiro. Valente garante que "vai ser o filme mais visto do ano". Nicolau Breyner, um dos actores do elenco, assume que "o público português está avido de ver cinema comercial", embora tenha acrescentado que esta opinião não invalida a existência de cinema de autor. "Possivelmente, até poderá ser o cinema comercial a subsidiar o de autor", completou. Pepê Rapazote não foi tão radical mas sempre disse que Portugal "é um mercado muito pequeno" em que é notório "um desequilíbrio entre cinema comercial e de massas". Second Life foi, portanto, trabalhado "para o público", já que nas palavras de Valente há que "pensar para quem estou a trabalhar".

Embora tenha recusado entrar numa competição de números com êxitos do cinema português como O Crime do Pedro Amaro, o produtor assumiu que este "é o primeiro de muitos sucessos", sem querer revelar quantos espectadores espera.

Algumas das cenas escaldantes são protagonizada por Liliana Santos e Sandra Cóias que sem abrir muito o jogo sempre disseram que "não houve constrangimentos". Cóias foi mais longe e declarou que foram "cenas de grande prazer".

Second Life tem como protagonista um produtor que comemora 40 anos de vida, interpretado pelo actor polaco Piotr Adamczyk. Por essa razão, o filme vai estrear-se na Polónia em Abril. Há também contactos para o levar a outros países.»

in http://dn.sapo.pt/2009/01/17/artes/o_publico_portugues_esta_avido_ver_c.html

O documentário Coração Independente, financiado pelo FICA e realizado por Joana Cunha Ferreira (Midas Filmes), sobre o trabalho da artista plástica Joana Vasconcelos, estreia no próximo Domingo à noite, na RTP2.

Joana Vasconcelos é a mais jovem artista portuguesa a gozar de um reconhecimento internacional significativo e alargado. As suas peças desmesuradas, lúdicas, irónicas, ao mesmo tempo experimentais, eruditas, provocatórias, não deixam nínguém indiferente. Em Maio do ano passado, a artista representou Portugal na Bienal de Veneza, a mais importante mostra de arte contemporânea da actualidade e o seu rosto foi mesmo escolhido para uma conhecida campanha de promoção de Portugal, ao lado de Cristiano Ronaldo ou Marisa. "Coração independente" - título também da sua obra mais emblemática: milhares de talheres de plástico moldados num gigantesco coração de filigrana de Viana, obra que foi encomendada para celebrar a Presidência Portuguesa da UE em Bruxelas - pretende dar a ver Joana Vasconcelos por ela própria e conhecer uma energia e capacidade de comunicação raras, na forma directa, simples e desmistificadora com que dão a ver o fazer da sua obra.

«Muitas famílias portuguesas aproveitaram a quadra festiva do Natal e do Ano novo para assistir à longa-metragem de Carlos Passos Coelho, "Amália, o Filme", obra sobre a diva do Fado.
"A data de estreia do filme foi estratégica, porque sabemos que Dezembro é um mês tipicamente voltado para a família e em que, normalmente, estreiam filmes adequados para todas as idades", disse o produtor, Manuel S. Fonseca.

Os visionamentos na quarta e na quinta semana de exibição superaram os da segunda e da terceira, de acordo com dados avançados pelas bilheteiras.

Para o realizador Carlos Passos Coelho, este fenómeno de bilheteira acontece «porque (o filme) é sobre Amália Rodrigues, que é uma das mais importantes figuras portuguesas de sempre, amada e respeitada, e que, por nos ser próxima, é transversal a todos os públicos, dos mais aos menos jovens».

"Amália, o Filme" é uma co-produção da Valentim de Carvalho Filmes e da RTP.

O filme, que já foi visto por mais de 180 mil pessoas, foi financiado pelo Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual (FICA), constituído em 2007. »

Prazos para Entrega de candidaturas ao FICA: Todas as candidaturas deverão ser entregues na ESAF impreterivelmente 60 dias antes da data de cada A.P., sendo que o prazo para a A.P de 12 de Março será 12 de Janeiro de 2009.

Datas das Assembleias de Participantes Ordinárias do ano de 2009:

12 de Março
18 de Junho
17 de Setembro
9 de Dezembro

Em cumprimento do disposto no art. 20.º do Regulamento de Gestão do Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual (FICA), informa-se que a prioridade da política de investimento do FICA para o ano de 2009 será o investimento indirecto, mantendo-se, quanto ao restante, a política de investimento prevista no referido Regulamento de Gestão.

«A série histórica da TVI, adaptada da obra de Miguel Sousa Tavares, foi a mais cara de sempre da ficção portuguesa e foi filmada em Portugal, Índia, São Tomé e Príncipe e Brasil. O autor Rui Vilhena afirma que é difícil adaptar textos
1905. Este é o ano em que começa a história da série Equador, que se estreia no domingo, dia 21, no horário nobre, na TVI. Portugal vive os últimos anos da monarquia, o império colonial começa a tremer e os ingleses acusam o nosso país de manter a escravatura nas roças de São Tomé e Príncipe, ameaçando deixar de comprar cacau. Neste ambiente de instabilidade, o rei D. Carlos decide mandar um novo governador para a colónia. É aí que a vida do liberal Luís Bernardo Valença começa a mudar... para sempre.

Adaptada do romance de grande sucesso de Miguel Sousa Tavares, que interpreta o Conde de Mafra na série da TVI, Equador é a ficção portuguesa mais cara de sempre. Foi filmada em Portugal, Índia, São Tomé e Príncipe e Brasil (este último país também serviu como cenário de São Tomé e Príncipe), envolvendo mais de 130 actores e cerca de 200 figurantes. Chegou agora o mês em que se estreia na televisão, na semana da segunda quinzena. Vão ser seis meses no ar, já que os 26 episódios passam uma vez por semana. A apresentação foi realizada ontem, na Estação do Rossio, em Lisboa.

"A série teve sempre em conta a obra do Miguel [Sousa Tavares]. É muito mais complicado trabalhar nos textos de outro autor", explicou ao DN Rui Vilhena, que adaptou para televisão o livro Equador e é também o autor da telenovela Olhos nos Olhos, que passa actualmente na TVI. "As comparações são o meu maior receio. O filme O Código Da Vinci é um exemplo do que, por vezes, acontece com as adaptações. A maioria das pessoas adorou o livro e não gostou do filme. Quando lemos uma obra visualizamos as cenas e depois quando vemos em cinema ou televisão, essas imagens podem não corresponder", explicou Rui Vilhena.

"Eu queria que o Miguel gostasse da adaptação. Ele acompanhou todo o processo e deu sugestões. Eu tentei utilizar o máximo dos diálogos do liv ro porque são muito ricos. Mas nem sempre foi possível. Há uma parte do livro que se passa no tribunal com oito páginas de excelentes diálogos, mas não podem ser usados em teledramaturgia. É impossível ter oito minutos numa cena em televisão", disse o autor da adaptação.

Já o realizador André Cerqueira destacou as filmagens de exterior, "em que se vai ver toda a grandiosidade de Lisboa, sem em ruas com planos fechados, como é usual em séries de época".

No primeiro episódio, Equador vai mostrar a Lisboa do início do século XX, sobretudo no bairro do Chiado, que Luís Bernardo Valença, interpretado por Filipe Duarte, costuma frequentar. Luís Bernardo é um lisboeta, solteiro, sedutor e considerado um don Juan. Boémio convicto, gosta de ir à ópera no São Carlos e não perde uma tertúlia no Hotel Central, todas as quintas-feiras. a sua vida amorosa começa a mudar quando conhece, na Ericeira, Matilde, uma mulher casada por quem se apaixona. E muda definitivamente quando o rei o chama a Vila Viçosa.»

in http://dn.sapo.pt/2008/12/03/media/tvi_volta_passado_21_equador.html

«Lisboa, 29 Nov (Lusa) - O filme "Amália", de Carlos Coelho da Silva, chega quinta-feira a 66 salas de cinema portuguesas e tem garantida distribuição em cerca de vinte países, sendo a maior estreia de um filme português, segundo a produtora VC Filmes.

O filme, apresentado como uma biografia ficcionada da fadista Amália Rodrigues, custou cerca de três milhões de euros, foi rodado este Verão e contou no elenco com mais de 40 actores e 1300 figurantes.

A jovem actriz Sandra Barata Belo foi a escolhida para encarnar a diva do fado numa história que abrange a vida de Amália Rodrigues desde a infância, quando se separa dos pais para ir viver para Lisboa, até à tentativa de suicídio em Nova Iorque, em 1984, ao saber que lhe tinha sido diagnosticado um tumor.

Do elenco fazem ainda parte, alguns deles com aparições fugazes, Carla Chambel, Ricardo Carriço, Ricardo Pereira, António Pedro Cerdeira, José Fidalgo, Ana Padrão, Maria Emília Correia, André Maia, João Didelet, Sofia Grillo, Lourdes Norberto, António Montez, Leonor Seixas, Mariana Monteiro e Natália Luíza.

O argumento é de Pedro Marta Santos e de João Tordo e a ideia do filme partiu de Manuel Fonseca, um dos fundadores da Valentim de Carvalho Filmes, que se estreia no cinema com esta longa-metragem.

As filmagens decorreram em mais de 85 décors e em 45 locais diferentes, para recriar cenas de época e locais onde Amália viveu e actuou, como o Olympia, de Paris, e o Brasil, onde viveu.

Todos os 22 fados interpretados no filme foram restaurados e remasterizados a partir dos originais interpretados por Amália. A banda sonora inclui ainda composições originais de Nuno Maló.

Além de se estrear em 66 salas portuguesas, o filme tem já garantida distribuição internacional, em países como China, Holanda e Bélgica, onde Amália Rodrigues fez sucesso.

Também está garantida a estreia no Médio Oriente, da Arábia Saudita ao Egipto e aos Emirados Árabes Unidos, onde a fadista foi comparada à diva da canção árabe Umm Kholtoum.

Em 2009, quando se assinalarem dez anos da morte de Amália Rodrigues, o filme será exibido numa mini-série na RTP de dois episódios de 90 minutos.»

in http://ww1.rtp.pt/noticias/?article=375444&visual=26&tema=5

«Lisboa, 24 Out (Lusa) - O documentário "Coração Independente", realizado por Joana Cunha Ferreira sobre o trabalho da artista plástica Joana Vasconcelos, vai ter estreia nacional a 27 de Outubro no Cinema Londres, em Lisboa.

A exibição do filme, de sessenta minutos, pelas 22:30, está inserida na programação dos Estados Gerais do Documentário, que decorrerão no Cinema Londres de 27 a 29 de Outubro, na sequência do festival de cinema DocLisboa.

"Coração Independente" teve estreia mundial este mês na 13ª edição do Festival ArteCinema, certame dedicado ao cinema sobre arte e artistas - um dos mais conceituados do mundo nesta temática - e que este ano apresentou em Nápoles 30 películas em antestreia.

O filme é um retrato de Joana Vasconcelos - uma das artistas plásticas portuguesas que mais se têm destacado internacionalmente - e de algumas das suas obras mais emblemáticas, nomeadamente o gigantesco sapato "Dorothy", criado totalmente com tradicionais tachos portugueses, e a colcha "Donzela", exposta na fachada do Palazzo Lucchesi no ano passado.

A realizadora Joana Cunha Ferreira mostra na película como acompanhou o desenvolvimento dos trabalhos da artista ao longo de vários meses - entre Maio e Outubro de 2007 - e ainda as reflexões da criadora e apresentações públicas das obras.

Surgem também imagens da grande exposição antológica da sua obra, que se realizou na New Art Gallery, em Walsall, Inglaterra.

Co-produção da Midas Filmes com a RTP2, "Coração Independente" teve o apoio do Instituto Camões, da Fundação Gulbenkian e investimento do FICA - Fundo de Investimento no Cinema e Audiovisual.»

in http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=369752&visual=26&rss=0

«Lisboa, 21 Out (Lusa) - A dupla de realizadores Tiago Guedes e Frederico Serra estreia quinta-feira o filme "Entre os dedos", um drama sobre a luta pela sobrevivência e a falta de diálogo numa família em colapso emocional.

Depois do filme de terror "Coisa Ruim" (2006), os dois realizadores mudaram radicalmente de registo e fizeram "Entre os dedos", filmado a preto e branco, e com o argumento novamente entregue ao jornalista e escritor Rodrigo Guedes de Carvalho.

"Entre os dedos" conta a história de uma família portuguesa, com Filipe Duarte e Isabel nos principais papéis, que vê os laços familiares e afectivos quebrarem-se por causa de uma agonia financeira.

Há ainda um pai (Luís Filipe Rocha), agarrado ao passado militar no Ultramar, e uma irmã (Lavínia Moreira), elo familiar e âncora de um doente terminal (Gonçalo Waddington).

"O que nós quisemos explorar no filme foi sempre a incomunicabilidade das pessoas e a maneira como, na luta diária pela sobrevivência, temos cada vez menos tempo de conseguimos parar para pensar e comunicar uns com os outros", afirmou o realizador Tiago Guedes em entrevista à agência Lusa.

O projecto de "Entre os dedos" nasceu pouco depois da estreia de "Coisa Ruim", com os dois realizadores a desafiarem Rodrigo Guedes de Carvalho a fazer um argumento cuja permissa principal seria o trabalho de actores.

"Queríamos fazer um filme de actores com cenas fortes e o nosso propósito era fazer uma experimentação grande do ponto de vista do processo", sublinhou o realizador.

"Entre os dedos" é um filme a preto e branco, tem cambiantes de um registo documental, mas com algum pudor emocional em relação aos actores.

"Nós fomos para a rodagem com o propósito de dar uma liberdade total aos actores, ou seja, não lhes foi pedida uma repetição, não lhes foi pedido para estarem da forma que nós quiséssemos. Fomos nós que nos adaptámos ao que os actores emocionalmente levavam para a cena", recordou Tiago Guedes.

Do elenco destacam-se ainda as interpretações de Fernanda Lapa, Paula Sá Nogueira, João Pedro Vaz e Eunice Muñoz.

O local onde a história se passa não é explícito, mas percebe-se que a realidade, descolorida e deprimente, "é nitidamente portuguesa e do Portugal de hoje".

O filme não nasceu a preto e branco, mas Tiago Guedes disse que a partir de certa altura do processo do filme foi impossível pensar na história noutros tons.

"Queríamos criar uma certa homogeneidade entre todos os personagens e todo o tom do filme. O preto e branco ajuda também na crueza que queríamos impor ao próprio ritmo e ao tom do filme", disse.

"E depois houve uma necessidade muito grande de, ao estarmos a falar de um realismo que nos invade constantemente pelas televisões e que nos é muito próximo, mostrar desde o primeiro momento que isto é um filme... houve necessidade de mostrar que era cinema desde o primeiro frame", reforçou.

"Entre os dedos", título escolhido por Rodrigo Guedes de Carvalho, irmão de Tiago Guedes, é afinal sobre "aquilo que nos escapa, que nos foge e não conseguimos segurar", disse o realizador.»

in http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/be6879852f78c0b87eda29.html

Alteração dos Prazos para Entrega de candidaturas ao FICA: Todas as candidaturas deverão ser entregues na ESAF com a antecedência de 60 dias relativamente a cada Assembleia de Participantes. Para a Assembleia de 11 de Dezembro, o prazo será no limite até dia 20 de Outubro.

«"Assalto ao Santa Maria" também vai receber apoio do fundo
A longa-metragem "Assalto ao Santa Maria", de Francisco Manso, a série televisiva "Equador" e o documentário "Páre, Escute e Olhe", de Jorge Pelicano, estão entre os projectos apoiados pelo Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual (FICA), escreve a Lusa.

Criado há um ano pelo Ministério da Cultura com parceiros privados, como um sistema alternativo de financiamento da produção independente dos sectores do cinema e do audiovisual, o FICA conta com um total de 83 milhões de euros que serão investidos faseadamente nos primeiros cinco anos.

Além do Estado, que participa, através do Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento (IAPMEI), com 33 milhões de euros, contibuem ainda para o Fundo a ZON Multimédia (ex-PT Multimédia), com 25 milhões de euros, e os três canais de televisão RTP, SIC e TVI, com mais 25 milhões de euros.

"Está aberta, mas ainda não diligenciada, por agora, a possibilidade da entrada de outros participantes do Fundo", disse Teresa Félix, gestora da ESAF - Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliários, entidade escolhida através de um concurso público para gerir o FICA.

O apoio financeiro é feito em investimento directo (para obras cinematográficas de ficção, obras para televisão, documentários) e indirecto (apoio a produtoras do sector).

Até Julho de 2008, o FICA aprovou financiamentos no valor global (investimento directo e indirecto) de 15,790 milhões de euros.

1,67 milhões de euros para produções

De acordo com a lista de projectos a que a Lusa teve acesso, as obras cinematográficas de ficção foram contempladas com um total de 1,67 milhões de euros.

Entre estes projectos contam-se, além do "Assalto ao Santa Maria", de Francisco Manso (Take 2000), ainda "How to Draw a Perfet Circle", do realizador Marco Martins (Filmes Fundo), "Star Crossed", de Mark Heller (Yellow), "Entre os Dedos", de Tiago Guedes/Frederico Serra (Clap Filmes), "Arte de Roubar", de Leonel Vieira (Stopline), "Eu quero ser uma Estrela", de José Carlos Oliveira (Marginal Filmes), "Morrer como um Homem", de João Pedro Rodrigues (Rosa Filmes) e "P.I.C.A.", de Gil Ferreira (Gil & Miller).

Ainda nos apoios directos, foi financiada na categoria de obras para televisão/séries de ficção a série "Equador" (baseada no livro homónimo de Miguel Sousa Tavares), realizada por André Cerqueira (Plano 6), com 2,49 milhões de euros.

Nos documentários, o FICA aprovou financiamentos no valor total de 187.600 euros para, além de "Páre, Escute e Olhe", de Jorge Pelicano (Costa do Castelo), "As Horas do Douro", de António Barreto/Joana Pontes (Filmes do Tejo), "Aldina Duarte - Princesa Prometida", de Manuel Mozos (Midas), "Joana Vasconcelos - Coração Independente", de Joana da Cunha Ferreira (Midas), e "Michael Biberstein - O Meu Amigo Mike ao Trabalho", de Fernando Lopes (Midas).

No investimento indirecto (apoio a produtoras), o FICA atribuiu um total de 11,44 milhões de euros. A VC Filmes (Valentim de Carvalho, S.A.) recebe quatro milhões para fazer sete obras cinematográficas, três mini-séries, um telefilme e um documentário, a Utopia Filmes recebe cinco milhões para seis obras cinematográficas e a Beactive, Produções/Interactive S.A. recebe 2,4 milhões para nove obras multiplataforma.»

in http://www.cinema.iol.pt/noticia.php?id=976773&div_id=2903

O Fundo de Investimento para o Cinema e Audiovisual (FICA), gerido pela ESAF – Espírito Santo Fundos de Investimento Mobiliários, S.A. (ESAF), a operar desde Setembro de 2007, apresenta os primeiros resultados. Assim, desde aquela data foram recebidos 30 projectos para apreciação de investimento pelo FICA directamente em produções de Obras, tendo a Assembleia de Participantes do Fundo deliberado, até à presente data, o investimento em 10 desses projectos, num valor global de € 4.122.600 M..

Criado como alternativa aos Apoios à Criação Cinematográfica, do Instituto de Cinema e Audiovisual (ICA), com o objectivo de aumentar o apoio à produção de obras cinematográficas, de multiplataforma e audiovisuais, o FICA tem apoiado longas-metragens (How to Draw a Perfect Circle, Assalto ao Santa Maria, Entre os Dedos, Arte de Roubar, Morrer como um Homem e Quero Ser Uma Estrela, Star Crossed), documentários (Pare, Escute e Olhe e As Horas do Douro) e uma série de televisão (Equador).

Para além do apoio a projectos directos em Obras, foram ainda objecto de análise investimentos indirectos e de apoio a PME’s do sector da produção de cinema e audiovisual, tendo sido aprovados dois investimentos respectivamente na Valentim de Carvalho Filmes (VC Filmes) e na Utopia Filmes, num montante global de € 8. 980 M..

A próxima Assembleia de Participantes onde serão analisados mais projectos realizar-se-á no próximo dia 5 de Junho, sendo que as candidaturas devem ser entregues na ESAF até 5 de Maio.

«O cinema e audiovisual portugueses vão contar, nos próximos sete anos, com mais 83,2 milhões de euros (M€) de apoio financeiro, no âmbito de um Fundo de Investimento criado pelo Estado e hoje apresentado em Lisboa.

DE

Segundo a Lusa, em conferência de imprensa, onde estiveram presentes os participantes fundadores deste Fundo, a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, afirmou que com este organismo se "inaugura uma nova era para o cinema e audiovisual em Portugal".

Até aqui, o apoio financeiro estatal ao sector era feito pelo Instituto do Cinema e Audiovisual, com a atribuição de cerca de 10 M€ anuais.

Com a criação deste Fundo de Investimento, o apoio financeiro é alargado a entidades privadas que queiram investir na produção cinematográfica e audiovisual.

Feitas as contas, com a entrada em funcionamento do Fundo, que teve hoje a primeira assembleia de fundadores, os apoios fianceiros no sector passam dos cerca de 10 M€ para cerca de 25 M€ anuais, segundo contas da ministra da Cultura.

Este Fundo de Investimento conta com as participações fundadoras do Estado (33,2 M€), da PT Multimédia (25 M€) e dos três canais de televisão RTP, SIC e TVI (no total outros 25 M€).

As verbas do Fundo serão geridas pela ESAF, a Sociedade Gestora do Grupo Banco Espírito Santo, entidade escolhida mediante concurso público.

Fernando Coelho, administrador da ESAF, garantiu critérios rigorosos na análise dos projectos que serão apoiados financeiramente pelo Fundo de Investimento, sublinhando que todos eles devem ser "rentáveis, competitivos e de qualidade".»

in http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/economia/pt/desarrollo/1019850.html

Os princípios base são os de transparência do investimento do FICA, através da publicitação periódica da politica de investimento, exigindo-se que as prioridades da política de investimento para cada ano ou período plurianual sejam divulgadas até 15 de Dezembro do ano que antecede o ano de referência e a necessidade de adopção de uma politica de diversificação do portfolio de obras a investir, impondo -se que o investimento do FICA contemple necessariamente as seguintes obras:

a) Longas -metragens cinematográficas de ficção e animação;
b) Documentários de criação para televisão;
c) Séries de televisão de ficção ou animação, ou séries documentais;
d) Telefilmes.

Dada a recente constituição do Fundo, e não se ter verificado até 15 de Dezembro de 2007 qualquer investimento pelo mesmo, a Assembleia de Participantes, manteve a politica de investimento consagrada no Regulamento de Gestão do Fundo.

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FaqsFaqs

Durante os primeiros cinco anos de duração do Fundo será possível enviar candidaturas. Serão apresentadas à Assembleia de Participantes ordinárias, todas as candidaturas devidamente instruídas e recepcionadas na ESAF, com a antecedência de 60 dias relativamente à data das referidas assembleias.
No site do FICA, a área de CANDIDATURA inclui conteúdos para download, como sejam o formulário de candidatura e checklist de elementos para apresentação de projectos a investimento. 
Ambos apoiam e incentivam as obras cinematográficas portuguesas. Contudo, o ICA, I.P. atribui um subsídio a fundo perdido, e o FICA faz um investimento requerendo o seu retorno
Um projecto subsidiado pelo ICA, I.P. pode candidatar-se ao FICA. O inverso é vedado legalmente.
Sim, todas as produtoras poderão apresentar uma candidatura a Investimento Indirecto, desde que preencham os requisitos definidos no Regulamento de Gestão do Fundo publicado em anexo à Portaria n.º 277/2007/, de 14 de Março.

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